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Força para renda própria

Andressa Oliveira, especial para o Cidadania

Prefeitura de São Paulo possui órgão específico para fomentação de projetos e incentivar o desenvolvimento da economia solidária entre grupos da cidade

Foto: Heloisa Ballarini/SECOM
Foto: Heloisa Ballarini/SECOM
O atual prefeito de São Paulo Fernando Haddad inaugurou a Incubadora Pública há um ano, priorizando o fortalecimento da economia solidária

Devido às variações econômicas vividas pelo Brasil nos últimos anos, a demanda de indivíduos que buscam uma fonte de renda própria, sem depender de terceiros, passa a crescer. Um dos fatores que auxilia nesta busca pelo próprio empreendimento, a melhoria na gestão de negócios, é a chamada economia solidária, que reúne cooperativas e coletivos de diversas vertentes.

Entretanto, são poucos os que sabem que várias prefeituras e estados brasileiros fomentam este tipo de atividade econômica por meio de órgãos especializados. A cidade de São Paulo, por exemplo, inaugurou dois institutos para a prática em novembro de 2015, o Centro Público de Direitos Humanos e Economia Solidária, e a Incubadora Pública de Empreendimentos Econômicos Solidários, ambos no bairro do Cambuci, região central da cidade.

De acordo com as secretarias do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo (SDTE) e de Direitos Humanos e Cidadania (SDHC), a intenção da Prefeitura é fortalecer a economia solidária paulistana para transformá-la em um importante elemento de desenvolvimento municipal.

Já a Incubadora Pública possui atuação mais específica. O órgão foi criado para consolidar a expansão de grupos e cooperativas que gerem trabalho e renda. Assim, o local oferece estrutura e suporte para novos empreendimentos, sejam eles gastronômicos, de artesanato, ou de ecoturismo.

“Com foco em economia solidária, os projetos, propostas e plantas produtivas poderão ser estruturados como cooperativa ou em rede, para comercializar seus produtos. Assim, damos continuidade ao modelo de desenvolvimento, que visa fortalecer as micros e pequenas empresas e o desenvolvimento local”, afirmou o secretário Artur Henrique, da SDTE.

Dentro do portal da Ecosol (Economia Solidária de São Paulo), a Incubadora Pública informa que possui diversos tipos de serviços para estas novas propostas e projetos que se encaixam na ideia da economia solidária. O trabalho varia entre assessoria técnica nos mais variados setores, como contábil, econômico, jurídico, autogestão e comercialização de produtos.

Para facilitar a integração com os beneficiários, o local também promove workshops, oficinas e palestras com frequência, todos informados nas redes sociais e site oficial do programa. Além disso, os participantes do projeto podem também efetuar um financiamento específico, por meio de microcrédito.

Neste mês de novembro, o destaque ficou por conta da Feira de Artesanato da Economia Solidária, que foi realizada no Mercado Municipal, entre os dias 25 a 27, e contou com comercialização de roupas, acessórios e itens decorativos. Conforme informou a pasta, o evento será promovido semanalmente no local, para aumentar a visibilidade dos grupos que trabalham com artesanato em São Paulo e seus empreendedores.


MAIS INFORMAÇÕES: http://www.ecosolsp.com.br/incubadora/